segunda-feira, 30 de março de 2009

Resumo Semanal de Aprendizagem: 24/03 e 26/03

A partir da teoria do Dialogismo, de Bakhten, têm-se graus de dialogismo dentro de diversas interações e têm-se também recursos de explicitação do dialogiasmo, que tornam o grau maior (perguntas diretas, retóricas e antecipação de réplica). Em outro assunto, está a resenha, resumo opinativo que visa informar e conceder posicionamento sobre alguma obra, filme, livro, entre outros.

domingo, 22 de março de 2009

Resumo Semanal de Aprendizagem: 17/03 e 19/03

Teoria da Interação por Van Dijk na qual uma ação corresponde a uma reação que é reativo psicológico ou reativo físico e pode se dar mesmo sem uso verbal, mas, com uso da linguagem. Teoria do Dialogismo, por Bakhten, na qual a linguagem é algo coletivo e nunca restrito a um sujeito, logo, todo enunciado pede uma resposta ou é resposta a um primeiro e o monólogo é apenas estrutural, pois até o "eu" argumenta para si.

Resumo Cap 1 de Marcuschi.

A partir dos anos 80, após trinta anos de estudos que examinavam a escrita como superior à oralidade, surge outra visão, com predomínio da idéia de interação e complementação. A escrita tornou-se primordial, símbolo de status e poder, apesar disso, o humano é essencialmente um ser que fala e isso faz com que estejam, então, em “pé de igualdade” as duas práticas, cada uma com seus alcances. Existem ainda confusões em relação a alguns conceitos aqui listados: alfabetização é o aprendizado mediante ensino e designa o domínio das habilidades de ler e escrever; letramento, por sua vez, é uma aprendizagem social e histórica da leitura e escrita para fins utilitários; e escolarização é a prática formal e institucional de ensino, apenas uma das atribuições da escola. Nesse contexto tem-se ainda oralidade e letramento como práticas sociais e fala e escrita como modalidades de uso da língua, nesse segundo ponto, há uma distinção, permeada por diferentes perspectivas. Da dicotomia: a fala é o local da desordem gramatical e a escrita o lugar do bom uso da língua. Do caráter cultural: há a supervalorização da escrita e atribuição do desenvolvimento à sua prática. Da variação: fala e escrita são modalidades lingüísticas. E da sociointeração: a língua é percebida como fenômeno interativo e dinâmico em suas práticas, fala e escrita.

domingo, 15 de março de 2009

Resumo de Aprendizagem dias 10/03 e 12/03

A retórica é um instrumento do discurso através do qual é possível persuadir, informar e convencer o outro sobre algo. foi bastante usada e transformada durante a Antiguidade, inclusive como arma de dominação pelos romanos, sociedade da comunicação. Hoje, é constantemente utilizada, desde a publicidade até os discursos políticos.

domingo, 8 de março de 2009

Resumo de Aprendizagem dias 03/03 e 05/03

O sujeito dentro da linguagem assume várias posições, que dizem respeito inclusive ao seu caráter, ativo ao extremo, equilibrado ou passivo. Esse mesmo sujeito vai produzir enunciados (sequencias verbais que comunicam) e nestes aplicará sentido, pressupondo conhecimentos prévios, para que haja, então, o entendimento do discurso (conjunto de enunciados).

sábado, 7 de março de 2009

Resumo

Cap. 2 O poder da retórica. De As técnicas de comunicação na história.

A Retórica surge na Sicília, no século V a.C. e seus primeiros mestres são Corax e Tísias. Corax define dentro do discurso uma divisão de partes: exórdio (prepara o público), narração (expõe os fatos), confirmação (discute os fatos) e peroração (impressiona).
Das relações com a Sicília, Atenas vai levar a nova técnica de comunicação para a Grécia. Lá, passa pelos sofistas, que a tem como objeto, por Sócrates e Platão, que apóiam o discurso ancorado na busca da verdade e Aristóteles que a vê como mais que uma ferramenta de poder persuasivo.
É da Grécia que Roma recebe os mestres da retórica e dissipa sua concepção na formação do Império, o primeiro orador, Cícero, vai “desintelectualizar” a retórica Aristotélica. Do pragmatismo latino nasce então a informação, que no século II da Era Cristã, com as escolas abertas, passa a ser base do ensino, um saber não abstrato.
A retórica encontra a escrita com Quintiliano, mas o livro só alcança plenitude no Renascimento. Os alicerces estão em Roma que compreendendo a importância da mensagem, inventa o primeiro verdadeiro jornal: Acta Diurna, por César e desenvolve todas as técnicas de comunicação herdadas dos diferentes povos do Império.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Resumo Semanal de Aprendizagem dia 26/02

Através de um estudo introdutório sobre a linguagem e as concepções de sujeito, língua, texto e sentido dentro do processo comunicativo concluiu-se que com a habiliddae da linguagem, expressão e interação, é possível usar a língua para desenvolver a comunicação. Dotada de sentido, a interação dos diversos sujeitos com o texto é responsável por proporcionar entendimento. Entretanto, de acordo com as diferentes concepções, a captação do que é expresso por um emissor varia: em alguns casos é necessário o simples conhecimento do código linguístico, em outros, se exige uma compreensão ampla do contexto histórico-social envolvido.

Resumo Cap 1

Cap. 1, Concepções de língua, sujeito, texto e sentido. De Desvendando os segredos do texto.

Resumo:
A espécie humana é dotada de uma capacidade única: a linguagem, através da qual um pode formar, na mente do outro, idéias com relativa e notável precisão. Entretanto, para essa compreensão há elementos primordiais e interligados: sujeito, língua, texto e sentido. A concepção de sujeito varia de acordo com a concepção de língua e por sua vez, o conceito de texto depende dessas duas. Porém, o sentido é constituído independentemente de concepções, pois não preexiste, ele é produto da interação texto - sujeitos.
Se a língua for adotada como representação do pensamento, tem-se um sujeito psicológico, com consciência individual e um texto produto do pensamento, que será apenas captado pelo ouvinte. Por outro lado, se tomada como estrutura, a língua código, tem-se um sujeito “inconsciente”, assujeitado pelo sistema, emissor de um texto produto de sua codificação e que exige apenas o conhecimento do código para que haja captação.
Por fim, a língua como lugar de interação abre-se a um sujeito ator (em sua forma mais independente), agente e modificador na comunicação, uma entidade psicológica construtora social para qual o texto é o lugar de interação. Não havendo, portanto, captação, o entendimento depende, sobretudo, de um contexto sociocognitivo.